Terça-feira, 02 de Março de 2021
NOVA ESTRUTURA

Nova usina de oxigênio comprada da Alemanha já está em Parintins

Estrutura comprada ontem chegou na tarde deste sábado (16), e deve ser colocada já em atividade em no máximo 48 horas para abastecer o hospital Jofre Cohen, disse o prefeito Bi Garcia



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16/01/2021 às 20:04

A nova usina de oxigênio adquirida ontem (15) pela Secretaria Municipal de Saúde de Parintins já chegou ao município e deve entrar em funcionamento nas próximas 48 horas. A informação foi confirmada ao A CRÍTICA pelo prefeito da cidade, Bi Garcia, na tarde deste sábado (16), minutos após a carga ter chegado ao aeroporto da cidade, vinda do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Comprada com recursos destinados ao setor de saúde do município - custando R$ 1,4 milhão -, a nova estrutura quadruplica a produção de oxigênio no município, passando dos atuais 8 metros cúbicos por hora, para 40 metros cúbicos por hora, destinados ao hospital regional Jofre Cohen, com cerca de 80 leitos com pacientes confirmados e com a suspeita da Covid-19.



“Trouxemos a nova usina numa ‘operação de guerra’ executada pelo Ministério da Defesa e com apoio da Aeronáutica. A logística foi realizada através da atuação do senador Omar Aziz e do deputado federal Marcelo Ramos”, revelou Bi Garcia, que explicou que essa passa a ser a segunda usina de oxigênio no município.


Entrega da carga foi realizada por meio da Força Aérea Brasileira. Foto: Divulgação;

“A nova usina, com capacidade produtiva de 32 metros cúbicos por hora, se juntará a nossa antiga, que produz 8 metros cúbicos por hora. Ela também possui capacidade de envasamento, ou seja, poderemos reabastecer balas, cilindros e tanques, podendo inclusive ajudar alguns municípios do entorno de Parintins”, disse.


Nova estrutura deve entrar em funcionamento dentro de 48 horas, segundo Bi Garcia. Foto: Divulgação.

Ainda conforme Bi Garcia, a decisão de comprar a nova usina tem como objetivo garantir que a cidade não sofra com a atual crise pela qual passa Manaus, com a falta de oxigênio. “É o principal insumo hospitalar para que a gente mantenha o processo de tratamento do contaminado pelo coronavírus. Apesar de não ter havido desabastecimento na cidade, corremos um grande risco com o estrangulamento de fornecimento de oxigênio da capital. Hoje temos oxigênio para mais dez dias e, com o início do funcionamento da nova usina, em no máximo 48h, estaremos tranquilos e fornecendo o insumo”, concluiu.

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Editor do Portal A Crítica

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