Quarta-feira, 05 de Agosto de 2020
Política

‘Não tem sentido trabalhador ser candidato pela direita’, afirma delegado

João Tayah que já foi titular do 43ª Distrito Integrado de Polícia (DIP) em Nhamundá critica o governo Bolsonaro por não “se preocupar em combater a desigualdade social”



WhatsApp_Image_2020-07-13_at_09.28.03_7C2588C3-C623-4B47-AF72-AAE17CA467D9.jpeg Foto: Euzivaldo Queiroz
13/07/2020 às 09:30

O delegado da Polícia Civil, João Tayah, que coordena o Movimento Manaus pela Democracia e Policiais pela Democracia disse que “não tem sentido profissionais da segurança pública” serem candidatos por partidos de direita. 

“Não tem sentido que um trabalhador seja ele público ou privado seja candidato por um partido de direita. Precisamos vender a nossa mão de obra para sobrevivermos”, destacou.



O delegado que já foi titular do 43ª Distrito Integrado de Polícia (DIP) em Nhamundá critica o governo Bolsonaro por não “se preocupar em combater a desigualdade social”. Na avaliação dele, a violência que o policiais combatem nas ruas “é fruto da desigualdade social, miséria e omissões do Estado em diversos setores provocados por governos de direita”.

Tayah, que trocou o PSOL pelo PT, já protagonizou uma discussão nas redes sociais ao retrucar um capitão da Polícia Militar que ameaçou usar “separar balas de borracha” para manifestantes de esquerda. O delegado respondeu que "estaria com 40 balas para defender a manifestação pacífica de qualquer "repressão ilícita”.


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