Domingo, 29 de Março de 2020
GASTRONOMIA

Empreendedores aderem ao 'Food Bike’ para driblar a crise financeira

“Tínhamos outro negócio, encomendávamos doces, e as pessoas de última hora, nos deixavam na mão, foi aí que comecei a aprender a fazer doces, brigadeiros, e como o investimento em bike food é relativamente barato, preferimos este modelo a uma loja física”, explica Sátya Ardaia



alfredo111_942EA94B-D651-4618-BEB4-6C3B1B65324B.JPG Foto: Divulgação
20/02/2020 às 10:38

Simples, prática e com menor custo de investimento, a ‘Food Bike’ é uma boa opção de negócio para quem deseja driblar a crise econômica. Embora não seja uma novidade no mercado, a modalidade traz uma série de inovações, assim como é o modo que alguns empreendedores encontraram para vender seus produtos.

A bióloga Sátya Ardaia, 39, e o publicitário Sandro Abecassis, 47, foram algumas das pessoas que aderiram a moda. Como forma de gerar uma renda extra e fugir do vermelho, ela conta que aprendeu a fazer doces em geral e investiu na compra de uma bike cargueira, e com a ajuda do marido, eles adaptaram e decoraram com alguns elementos como tabuleiro e estante de madeira.



“Tínhamos outro negócio, encomendávamos doces, e as pessoas de última hora, nos deixavam na mão, foi aí que comecei a aprender a fazer doces, brigadeiros, e como o investimento em bike food é relativamente barato, preferimos este modelo a uma loja física” contou ela.

Com a intenção de transformar a bike em uma antiga taberna, o casal apelidou a food bike de ‘Quiosque Bike’. Segundo Sátya, eles levam a estrutura, principalmente para as feiras e eventos, pois são os lugares que mais geram lucros. “Por serem eventos fechados populares ou particulares, são os tipos de forma mais lucrativa” explicou. Assim também como aceitam encomendas pelas redes sociais.

Para a empreendedora, o diferencial de trabalhar neste ramo é a possibilidade de estar sempre inovando, seja por meio de uma decoração, novos sabores ou tratamento com os clientes. “Entregar mais do que promete é uma dica para quem empreende”. Sátya fez cursos de manipulação de alimentos, brigadeiros e doces gourmet. Ela acredita que para aumentar o lucro e ter um ótimo retorno, é importante  ter uma boa qualificação na área.

“O lucro muitas vezes passa de 100%, mas é muito relativo. Investimos em novos produtos e qualificação através de cursos”,  frisou.

Sátya explica que o amor pelo negócio existe, mas que o objetivo principal é o retorno financeiro e estabilidade. “O principal objetivo é o lucro, quem diz que não, está mentindo, alinhado obviamente a produtos criativos que estejam em acordo com meu gosto e do cliente” acrescentou.

Ainda segundo ela, os sabores dos doces são os mais variados, e os mais vendidos são as palhas italianas e brigadeiros de chocolates, tendo também produtos zero lactose. Já os preços variam de R$ 2 a R$ 6.

Para quem deseja investir nesse ramo e ter uma nova renda, o casal recomenda sair do comum, pesquisar bastante e conhecer novos projetos.

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Repórter do Manaus Hoje
Manauara / Mãe do Zack / Jornalista / Voluntária no @institutotchibum ... e um montão de coisa aí.

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