Sábado, 23 de Janeiro de 2021
Julgamento

Presidente do 3B diz estar 'nenhum pingo' preocupado com desclassificação

Bosco Bindá ainda acrescentou que não se importa se o tribunal decidir tirar seu time da final e, se fosse por ele, nem iria querer se defender para o caso se não fosse por sua comissão e atletas



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25/11/2020 às 10:22

Após a liminar da procuradoria do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJD-AM) suspender na tarde desta terça-feira (24), a final do Campeonato Amazonense Feminino, entre 3B da Amazônia e Recanto da Criança, por conta de um imbróglio envolvendo a lateral Giselinha, o presidente das Feras da Amazônia, Bosco Brasil Bindá, deu seus “10 centavos” sobre o caso e disse que a situação foi até “bom” para a preparação da sua equipe.

“Eu vou ser bem sincero, não estou preocupado, eu soube disso na segunda, eu estava em Brasília, voltando para Manaus, e não ter jogo (decisão do Estadual) afinal é até bom para o nosso time, que assim a gente vai focar só no jogo de sábado, que é o jogo da nossa vida”, revelou o mandatário, que ainda disse que já está tomando as devidas providências para a defesa do clube.



“Amanhã eu devo contratar um advogado para defender a gente, estou recebendo tudo isso com a maior naturalidade, já passei toda a situação para as nossas jogadoras”, ressaltou Bosco.

O presidente ainda disse que foi uma das pessoas que fez de tudo para que acontecesse a edição de 2020 do Estadual, mas demonstrou indiferença quando falou sobre sua equipe estar na final do Barezão Feminino e até destacou que se fosse por ele, nem procuraria se defender neste caso, mas que o fará por conta do desejo de sua comissão técnica e atletas em participar da decisão.

“Eu fiz de tudo para acontecer esse campeonato, não era nem para eu estar. Joguei dois dias seguidos, se eu saio lá no início, talvez nem tivesse acontecido o Estadual, e agora está acontecendo tudo que está acontecendo, então eu não estou nenhum pingo preocupado, se quiserem me tirar da final que me tirem, se quiserem fazer a final Recanto e JC que façam, se fosse por mim mesmo, eu não ia nem me defender, sinceramente, mas eu tenho uma comissão, eu tenho as atletas que querem fazer a final, mas estou bem tranquilo, essa situação não me tira nenhum pouco de sono”, concluiu o presidente.

Entenda o caso

Em fevereiro deste ano, Giselinha foi julgada pelo Tribunal de Justiça Desportiva por uma expulsão que aconteceu na final do Barezão Feminino de 2019. De acordo com a súmula da partida entre Iranduba e 3B, que terminou 3 a 1 para a Fera, a jogadora, que ainda atuava no Hulk recebeu cartão vermelho por "reclamar e protestar ostensiva e ofensivamente contra a decisão da arbitragem". No julgamento, a atleta foi condenada a três jogos de suspensão com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

Acontece que Giselinha acabou atuando em duas partidas da atual edição do Barezão (contra o Recanto e Rio Negro), sem ter cumprindo os três jogos de gancho. O JC FC de Itacoatiara, equipe com a terceira colocação do Estadual com três pontos, fez a denuncia ao tribunal e o caso será julgado na próxima sexta-feira (27), às 16h, no pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas.

Repórter de A Crítica

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