Sexta-feira, 22 de Novembro de 2019
BAREZÃO

Na noite em que a bola 'sofreu', Amazonas FC e Clipper não saem do 0 a 0

Águia Dourada e Onça Pintada erram demais, não conseguem acertar a meta adversária,  irritam torcedores e ficam no empate



FUTEBOL_CC80E8D4-B0FD-4D8A-8FDF-43B1249299B0.JPG Fotos: Denir Simplício
19/10/2019 às 22:26

O duelo dos times aurinegros neste sábado (19), no estádio da Colina, deixou muito a desejar. Clipper e Amazonas FC não conseguiram desenvolver um bom futebol e a partida terminou no 0 a 0. Menos mal pra Onça Pintada, que se mantém na liderança do Amazonense da Série B. Para a Águia Dourada, que somou o primeiro ponto no torneio, o empate teve sabor amargo. 

Com o resultado, a Onça Pintada chegou aos 4 pontos e lidera a competição.  Já a Águia Dourada do Parque Dez tem  um pontinho, está na quarta posição, e liga o sinal de alerta na briga pelo acesso.



Na próxima rodada, o Clipper encara o Holanda, às 16h,  precisando mais do que nunca da vitória pra seguir sonhando com o acesso. Já o Amazonas FC faz jogo decisivo contra o São Raimundo, às 18h. Ambos os confrontos são válidos pela terceira rodada do Amazonense da Série B e  estão marcados para ocorrer no estádio da Colina. 

A partida 

Depois de estrear atuando bem, mas com derrota, 1 a 0,  contra o São Raimundo, só a vitória interessava ao Clipper. Já o Amazonas FC, que goleou o Tarumã em sua primeira aparição na história do futebol Baré, 3 a 0. O triunfo significava, praticamente, a vaga na final da Série B e, consequentemente, o acesso.

O duelo dos aurinegros começou tenso e pegado. A melhor chance de gol só surgiu aos 7 minutos, com o Amazonas FC, quando Dioguinho caiu pela esquerda e cruzou para finalização errada de Emerson Bacas.  A resposta do Clipper veio com o veterano atacante Branco, que avançou pela esquerda e tocou para Kelve, que arrematou longe da meta de Iago Salles.

O duelo da Onça Pintada (apelido do Amazonas FC) com a Águia Dourada (alcunha do Clipper) ocorria em alta velocidade, mas as chances reais de gols seguiam escassas.  Até que, aos 39 minutos, Bacas cobra falta de longe e a bola explode na trave direita de Nelsinho.  

E esse foi o lance mais próximo de balançar as redes em todo o primeiro tempo. 

Mais sofrimento 

O segundo tempo começou da mesma forma da etapa inicial: muita briga no meio de campo, mas poucas finalizações.  Porém, aos 9minutos, a Águia Dourada, do técnico Mazinho, deu um enorme susto na Onça Pintada.  Cobrança de escanteio pela esquerda e Heitor subiu sozinho na área do Amazonas FC, mas o goleiro Iago salvou a pátria do time dirigido por Ricardo Lecheva.

Depois disso, a partida virou uma espécie de torneio de quem chutava mais longe do gol. Tanto Nelsinho como Iago cansaram de ver a bola passar sobre suas metas sem levar perigo de gol. Erros de passes seguidos de ambos os lados levaram a torcida ao desespero nas arquibancadas da Colina. 

Num lance esporádico de bola parada, aos 39 minutos, Dioguinho sobe mais alto que a zaga do Clipper, mas cabeceia pra fora, no que poderia ser o gol da segunda vitoria do Amazonas FC na competição.  

Aos 45 minutos, falta na  entrada da grande área do Clipper. Muita discussão para a formação da barreira do time do Parque Dez, cartão amarelo por reclamação e quatro minutos perdidos até a cobrança. Enfim, Pelezinho arruma a bola com carinho, amacia a pelota no gramado, enquanto a torcida arregalava os olhos pra ver o gol. Lá se foi Pelezinho pro chute e, pra variar , bola na arquibancada.

Esse foi o desfecho do jogo em que nem Onça Pintada nem Águia Dourada fizeram jus à fama de predador.

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Editor de Esportes
Jornalista formado na Uninorte em 2010. Entrou para a equipe de A Crítica em 2014, como repórter para a Copa do Mundo no Brasil. Atualmente é editor do caderno de esportes, o Craque, onde segue na luta pela divulgação do esporte baré.

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